Duas importantes invenções do mundo moderno aconteceram quase simultaneamente. O automóvel existia há algumas décadas e Henry Ford havia começado sua produção em série no começo do século.
A técnica do rádio, no entanto, ainda estava sendo desenvolvida quando, em 1922, George Frost sentou-se confortavelmente em seu modelo T, deu a partida e ligou o rádio. Um gesto que entrou para a história.
Hoje mal se pode imaginar um carro sem rádio. O jovem estudante de 18 anos e presidente de um radioclube pode, entretanto, não ter sido o primeiro na invenção, como conta um porta-voz da Ford em Colônia: "Como nesta época houve vários que adaptaram um receptor no seu carro, é difícil dizer quem foi o primeiro, mas oficialmente Frost é considerado seu inventor".
Dos gigantescos aos removíveis
Nos seus primórdios, o auto-rádio ocupava tanto espaço que, se o automóvel tivesse dois bancos, os de trás seriam tomados pelo rádio e a antena.
Hoje, os modelos são cada vez mais compactos e versáteis. Além de música e informação, os modelos mais avançados já oferecem sistema de navegação, telefone e internet. Avanços que tornam o auto-rádio um objeto cada vez mais cobiçado pelos ladrões.
Mas também este problema foi resolvido pela indústria, com auto-rádios cada vez menores, de painel removível. Um conforto, desde que não seja esquecido em casa.



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